sexta-feira, 3 de junho de 2011

confusão noturna

E corre a noite dentre paredes,
As asas que se chocam em pensamentos,
Dentro de um quarto fechado,
Palavras em conflito em minha mente,
Usurpando minha tranquilidade,

Difícil olhar para o chão,
E encontrar um abismo sob um fino vidro,
Olhar para frente,
E ver pequenos caminhos se escondendo atras das montanhas,
E para trás uma neblina tão densa quanto a pedra ao meu lado,

Segue a madrugada fria,
Banhado com pensamentos gélidos,
Tentando me afogar em melancolia,
Acompanhado de minha respiração ofegante,
E meu coração com taquicardia.

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